Curso Breve sobre Convenção da UNESCO sobre a Proteção do Património Mundial, Cultural e Natural

mapa do património mundial

No Final deste curso deverá ser capaz de:

  • Descrever a relevância da conservação das nossas heranças comuns;
  • Evocar as origens e funções primárias da Convenção sobre o Património Mundial;
  • Defenir Património Natural e Cultural;

Património da Humanidade

No final da guerra europeia, a devastação de muitas cidades e lugares com significado histórico levou a uma crescente preocupação com a salvaguarda de edifícios e lugares que transportavam significados relevantes para a sociedade. Já em 1931, um conjunto de personalidades reunidas no Instituo Internacional de Museus, haviam aprovado um conjunto de recomendações sobre os princípios do restauro dos monumentos [1]. Tratava-se ainda duma discussão que radicava nas polémicas do século XIX, entre quem defendia uma reconstrução dos monumentos, de que defendia a sua conservação. Mas trata-se ainda de um conjunto de recomendações técnicas, a seguir por profissionais.

O que se seguiu à guerra é que, primeiro na Europa logo seguido pelas Américas, surge a perceção de que são necessárias medidas ativas, por parte dos estados, para protegerem elementos singulares. E que essas ações dos Estados deviam ser concretizada por medidas de políticas culturais. É assim que surgem em França, pela mão de André Malraux as primeiras formulações de políticas culturais públicas, que marcarão a segunda metade do século XX.

Simultaneamente, a perceção da destruição dos recursos naturais, que estava a ser levada a cabo pela exploração intensiva dos recursos naturais e pela mineração, faz emergir a ideia de que a natureza constitui também um bem a proteger.

Vejamos alguns exemplos

Los Glaciares Nacional Park – Argentina

A Grande Barreira de Corais na Austália é o maior Sistema coralino existente no mundo

 

O Grande Canyon testemunha 2 bilões de anos da História Geológica da terra.

 

As Ilhas Galápagos inspirou Charles Darwin e a sua teoria da evolução das espécies-

 

O Memoria da Ilha de Gorée no Senegal é um testemunho da História da escravatura.

 

A cidadela de Laferrière, também conhecida como Cidadela no Haiti  é um grande forte símbolo da Liberdade. Foi construída por cerca de 20.000 escravos libertados, para proteção do recém independente Haiti contra a  ameaça da invasão napoleónica.

Este são alguns sítios, naturais e culturais, de locais muito diversos que tem em comum o facto de constituíram, em conjunto com muitos outros, um testemunho único dum passado, que em caso de perda, representa uma perda irreparável para a humanidade.

O património cultural e o património natural representam bens valiosos e insubstituíveis, não apenas para cada estado, mas para toda a humanidade. A sua perda, seja por deterioração ou destruição será uma perda irreparável para todos os povos do mundo. Partes dessa herança, por causa de suas característica excecionais, são consideradas de “valor universal excecional” e, como tal, dignas de proteção especial contra os perigos que crescentemente as ameaçam.

[1] http://www.patrimoniocultural.gov.pt/media/uploads/cc/CartadeAtenas.pdf

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Arquipélagos do Saber de João Caraça III – A separação na cultura

Após o final do conflito mundial a economia e a sociedade foi influenciado pela guerra fira e pelas crises económicas. Após o crescimento dos anos 60 a crise do petróleo nos anos setenta deixou claro o peso da tecnociência. O primeiro produto desta revolução técnico-científica é conhecido como as Tecnologias de Informação e Comunicação. As tecnologias IC abriram caminho para uma tecno-economia. A economia e a sociedade estão fundadas em cima de soluções tecnológicas. A nossa geração vive com base em soluções tecnológicas.

As TIC’s levantam novos problemas para o mundo. A comunicação flui em todo o planeta. O espaço do planeta tornou-se mais fluido e pela sua conexão permanente, mais próximo. A economia tornou-se financeira e global. A tecnologia é o que permite o movimento global.

O fim da guerra fria, o fim do confronto entre dois sistemas económicos antagónicos e a abertura da China ao sistema económico capitalista, levou, nos últimos trinta anos a uma aceleração e expansão da economia tecno financeira global, ocupando todos os espaços do planeta. O conhecimento passa a estar ligado à expansão do sistema económico de mercado, centrando-se nas operações ligada ao mercado. O marketing, os métodos de design, de programação, de formação espacializada. Os serviços com forte impacto económico tomam lugar na sociedade.

A questão da separação entre cultura e natureza que acompanhou o projeto moderno está exausta. Há, paralelamente à divisão entre cultura e ciência, uma cultura científica e uma cultura da ciência social, que transporta assuas próprias culturas: a política, a comunicação social, as questões militar, a educação, as culturas do risco e da violência, a religião e as questões da autonomia individual. A cultura das ciências sociais e humanas é uma macedónia que passa muito facilmente da racionalidade para o obscurantismo. Tudo isso exige uma nova integração da cultura na sociedade. Ela está exausta no sistema capitalista (como processo regulador do sistema ética) mas é mais exigente como forma de para criar futuro,

O mundo trabalha hoje com incertezas. Sempre foia assim e os sistemas de conhecimento foram criados par lidar com essas incertezas e criar uma narrativa sobre o mundo. O conhecimento é uma forma de ordenar o mundo. As instituições foram criadas para dar corpo a essa visão.

No tempo medieval, a igreja lida com a ignorância criando a ideia do pecado e do arrependimento, fundada na confissão. A religião era hostil à diversidade. O renascimento, com as suas lutas religiosas, é um processo que põe fim ao domínio de Roma sobre a cidade.

O Estado Nação, criado nos alvores da modernidade, dá corpo ao processo de gestão da ignorância, através da criação de sistemas de educação e diplomas. O sistema é criado para favorecer a emergência do espírito crítico do conhecimento, através da análise crítica das fontes e pela instalação dum processo de criação de exames.

O Estado e os seus conflitos internos de poder acabaram por submergir nas teias de interesses e subordinar-se à lógica dos grupos de consulta. A lógica dos grupos de pressão leva a que, para atingir os objetivos definidos, se moldem as sociedades através do uso massivo da publicidade e do marketing, de forma a integrar os valores nos processos da sociedade. Mas as economias de mercado estão sujeitas a crises, e a emergência das crises leva à perda de confiança. O sistema atravessa uma profunda crise de confiança. Uma confiança geopolítica, tecno económica, e uma crise cognitiva. Temos sido conduzidos por esta separação cultural como escolares e deixamo-nos embrulhar nesta teia narrativa. Essa imersão não nos deixa olhar para a complexidade.

Vivemos num mundo de complexidade e somos produto dessa complexidade. Todos os grandes desafios que hoje enfrentamos são desafios da complexidade. Os desafios ambientais e os desafios da vida e da morte. Os desafios de gestão das cidades moderna, mais complexas por natureza, os desafios das organizações sociais e da inovação, que lidam com a complexidade.

A complexidade resulta de compreender a impossibilidade de separar um sistema do seu contexto. Um ser vivo depende do ambiente onde vive. Um objeto depende do instrumento que o mede. A separação entre cultura e natureza desaparece na complexidade, pois na verdade todos os sistemas são sistemas abertos, em determinado ponto de equilíbrio instável.

O aparelho conceptual herdado do século XIX, seja do determinismo (a conservação da informação) seja do reducionismo (recurso à linguagem matemática), seja ainda do dualismo (a independência do observador), é muito redutor para representar a realidade.

O trabalho humano, mecânico tende a ser substituído pela máquina. As máquinas fazem o que as tenologias de informação e comunicação lhe indicam para fazer. As sociedades tecnológicas atrapalham a organização política herdada do século XIX. As sociedades avançadas tendem a aproveitas as inovações tecnológicas para explorar os sistemas de inovação criados pela ciência. Essas situações tendem a ser limitadas pelas estruturas sociais e políticas que administram os poderes.

Como avançar para um novo paradigma epistémico que implique uma unificação entre ciência e cultura. Como ultrapassar o paradigma moderno do progresso com base no domínio sobre a natureza?

Como é que os valores se alteraram. Há hoje quatro crises cognitivas, todas enraizadas em valores criados pela modernidade: Uma crise da natureza, uma crise da ciência, uma crise universal e uma crise de soberania. Para cada uma destas crises há um novo conceito. O ambiente, o conhecimento (como economia do conhecimento), o global e a governação.

O ambiente tende a substituir o cenário da Natureza, tal como foi descrita na modernidade, como cenário e recurso a ser usado, eterno e inesgotável. O ambiente traduz a ideia de limite e regulação dos sistemas que interagem no planeta e no planeta como sistema global. O ambiente deixou de ser um cenário e constitui-se como uma representação. Não há um autor (Deus) nem uma história que esteja fora da narrativa dos seus atores. O futuro tem estado a ser construído como uma angústia pela consciência da sua finitude.

O conceito conhecimento tem vindo a ser redefinido como um conjunto de domínios ou campos (o direito, a organização, o marketing, o design, a programação, a formação) que aliado à tecnociência procura perpetuar os benefícios e o sucesso dos serviços da nova economia no mundo globalizado. A ciência tem vindo a ser substituída nos documentos políticos como uma unidade e tem-se transformado em “economia do conhecimento”. Se durante três séculos a ciência era o pilar da visão do mundo moderno e o critério da busca da verdade.

Cultivar ou Desenvolver a cultura favorece a função construtiva do erro e da objeção. A discussão é um dos pilares da cidadania. A ciência oferecia uma visão de durabilidade e consistência. O novo conceito de conhecimento torna-se vassalo dos mercados e do funcionamento do quotidiano. O mercado é muito dinâmico na mudança, mas esquece os objetivos na longa duração. Na sua voragem pelo lucro económico transporte uma visão curta do tempo, e por consequência sobre duma miopia. O sentimento do imediatismo é total.

A ideia de global, pelo seu lado, tomou conta da ideia de universal. Durante vários séculos, a ideia de universal transportava um conceito de imutabilidade e sacralidade. Os direitos universais são permanentes, sagrados e eterno. O Estado funda-se sobre esses valores e o império da lei institui a sua regulação. O progresso social está alicerçado nas lutas políticas da modernidade para constituição de estados nação baseados na separação dos poderes reguladores, poderes que se limitam mutuamente, e que permitem a ideia de Estado social. O Estado tem por base o exercício da cidadania. A globalização introduz uma perversidade nesta lógica. A lógica de que os direitos estão adquiridos. A ideia de que há espaços no mundo sem que os direitos de cidadania estão consolidados, leva a que o sistema económico procura ganhar vantagens el lugares não regulados, criando uma visão que a cidadania implica também uma competição dos cidadãos pelo seu lugar nos mercados. A negociação sistemática, a busca do lucro e a concorrência permanente conduziu a que os humanos de transformassem em recursos duma economia. Como recursos podem ser reciclados (através das aprendizagens ao longo da vida), cada vez em que perdem valor como ativos. O mundo global tornou-se numa sela informática onde a opressão ganha força.

A governança tomou conta da soberania. Durante séculos os Estados (como equilíbrio de poderes) foram pedrar angulares da ordem estabelecida em Vestefália. A ordem do mundo e da Europa foi regulada por este tratado. Foi exportada para todo o mundo. Os governos eram os representantes legítimos dos Estados, e regulavam entre si os poderes, não interferindo nos negócios internos dos estados.

A globalização dos mercados altera a lógica da negociação. A retórica do liberalismo, da desregulação dos mercados, da privatização da economia, levou a uma retirada do Estado da economia. Isso abriu um novo campo para novos atores na esfera das relações internacionais. Atores não sujeitos às soberanias nacionais, não eleitos. As grandes companhias ganharam relevância e permitiram submeter atores políticos às suas lógicas empresariais. Quem governa e quem toma decisões relevantes nos dias de hoje. A questão do processo de governo é hoje uma questão incontornável em todos os domínios das vidas dos países e ameaçam as vidas das instituições e indivíduos.

O declínio dos valores da natureza, da ciência, da universalidade e da soberania, sobre os quais se alicerça a modernidade ocidental criar um sentimento de angústia e de medo no ocidente. Foi substituído pelo valor do mercado. A única certeza autorizada é a lei do mercado. As campanhas de marketing forçam a tomada de decisão e evita-se o debate público. A proeminência do capital financeiro procura atingir a lógica da acumulação infinita.

A finaciarização de todos os domínios da vida económica. A crise de 2008 mostrou que, tal como Ícaro, os seus limites são visíveis. Há que procurar hoje alternativas. O problema é que não há construção de futuro. Pela primeira vez, desde há séculos, o ocidente, herdeiro da igreja medieval, que criou a ideia de omnipotência e do poder divino, deixou de ter uma ideia de futuro. Deixou de confiar nas suas ações no seu olhar sobre o mundo, nas suas narrativas. O futuro foi privatizado.

Será que é possível criar um futuro na Europa. Será essa Europa multipolar. Qual será a relação dos europeus com os americanos. E a questão inglesa, como será resolvida.

A modernidade construiu uma narrativa sobre o futuro, com base na ciência. Que narrativa será construída no século XXI. Será certamente uma nova ciência e uma nova educação.

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Galeria de Arte Urbana Padre Cruz II – Lisboa

Visita com Marta, da “Boutique Cultura”. Dia 4 de fevereiro 2017

O bairro do Padre Cruz tem a sua génese como bairro camarário nos inícios doa anos 60, quando a Câmara Municipal de Lisboa comprou uma velha Quinta para urbanizar o espaço para criar alojamentos sociais para os trabalhadores da Câmara. A rápida urbanização de Lisboa e a expansão dos seus diversos serviços públicos criou uma oferta de emprego nos serviços, que levou a uma afluência de trabalhadores das periferias saloias e de áras argícolas do norte e centro de Portugal

No início dos anos 60, a Câmara Municipal de Lisboa adquiriu a “Quinta da Penteeira” com o objetivo de urbanizar esta zona e alojar os funcionários da Câmara. Os primeiros habitantes do bairro foram trabalhadores de diferentes partes da periferia de Lisboa e de outras províncias, do Norte e Centro de Portugal, que trabalhavam na Câmara Municipal, que era o maior empregador naquela altura.

As primeiras construções, precárias ficaram conhecidas por “bairro de lusalite”, foi destinado a alojamento rápido das primeiras famílias, até à construção de edifícios definitivos em alvenaria. Datam também dessa altura a construção dos primeiros equipamentos sociais, como a Igreja, o mercado, a escola, um centro social, a biblioteca. A intervenção social foi, numa primeira fase marcada pela intervenção da paróquia.

A construção das casas de alvenaria só se inicia nos anos 70, após os movimentos socais dinamizados pelo chamdo “grupo comunitário”, uma organização informal de moradores com representantes da Junta de Freguesia de Carnide, instituições, e outras associações do bairro para tratar das questões de interesse comum.

O “Bairro Novo”, construído nos anos 90, termina o realojamento das populações do bairro lusalite. O bairro, por via dum maior número de habitantes prede a sua configuração de bairro familiar, de aldeia de proximidade, vendo chagar mais habitantes de vários lugares da cidade incluindo populações africanas e torna-se num bairro multicultural. O Bairro Padre Cruz com os seus 8.000 moradores, tornou-se o maior bairro social da Península Ibérica. Apesar das transformações manteve uma forte intervenção social e comunitária, com um forte papel da paróquia e da Câmara Municipal

É neste bairro Padre Cruz, que em 2016 se iniciaram as pintura murais. Trata-se dum projeto  de Arte Urbana, da “Boutique da Cultura” em parceria com “Crescer a Cores”. O projeto contou com a participação e envolvimento dos moradores.

Cada pintura mural procura fixar nas paredes as história e os problemas dos moradores. Os pintroes são convidados a participar. A ética dos grafiteiros implica a não remuneração do trabalho, pelo que os projetos, são executados apenas com apoio logístico, com fornecimento das tintas e estruturas de elevação. As refeições são feitas na comunidade.

O objetivo do projeto é criar mudança através da arte, disponibilizando a arte no espaço público, nas ruas e nas casas das pessoas. Inicialmente, alguns moradores mostraram alguma resistência à ideia, mas acabaram, na maioria dos casos por aceitar a presença reconhecendo o seu valor estético. As pinturas murais levam também várias pessoas a visitar o espaço, contribuindo para a integração do bairro na cidade.

A galeria de arte urbana é um museu a céu aberto onde o bairro se transforma num museus que traduz a experiencia da comunidade, questiona o presente através de imagens e textos. São manifestos dum tempo escritos pela arte. Há uma crítica ao processo de urbanização, que ao “urbanizar” destruio as hortas que os moradores tinham plantando nos espaços exteriores. A comunidade está a reassumir o uso do espaço através da plantação de hortas, o que por vezes produz alguma tensão com a Gebalis, a empresa camarária que faz a gestão do espaço urbano.

Durante o primeiro festivas, em 2016 a ouve um grupo de jovens locais que frequentaram uma oficina criativa. Isso levou ao desenvolvimento de algumas vocações que até aí não estavam acessíveis, no campo dos valores simbólicos e estéticos. As iniciativas de pintura mural desenvolvem o empoderamento local

As pinturas murais abrem o Bairro à Cidade. É no entanto uma arte do efémero. Uma arte que se inicia pela transgressão, que mara um tempo, e que se dissolve no tempo, substituída por outras pinturas, outros problemas.

No Bairro do padres Cruz podem ver-se várias técnicas de grafitagem. Por stencil, por projeção. A execução das peças é normalmente feita em três dias. Como apoio é necessário montar um cesto ou andaime móvel denominado estrutura em “tesoura” que se ajusta ao espaço de trabalho.

As empenas dos prédios com cerca de 18 metros de altura são primariamente tratadas com verniz, e depois são pintadas as imagens. Em alguns casos são feitas projeções para dar ideia das escalas e contornos, noutros casos são feitos marcações com pontos para formatar o espaço.

  • Bordalo II com o Porco, da série animais.
  • Styler Artista de Santarem., dialoga com jovens sobre a dimensão da liberdade. “É preciso asas para assumir.
  • Peca da utopia , desenha As ilhas ligadas do bairro ligadas pelos equipamentos construídos
  • Só faz temas geométricos.
  • Johnny tatuador.Casa de pássaros.
  • Nomen tem livro autobiográfico, onde descreve que começa por pintar nos comboios da linha de cascais à mai de 30 anos.
  • Smile artista com nome açoriano.
  • As pessoas que limpam o bairro como super heróis

Artistas representados

  • Gonçalo Moreira
  • RAPS
  • MARCIO BAHIA
  • UTOPIA
  • STYLER
  • GÉRC Y HYTE
  • RISCACOMOQUEHÁ
  • NOMEN
  • SMILE
  • OBSERVE
  • MANOEL JACK
  • OJÊ
  • RITA GRAÇA
  • SAM URAY
  • MARIANA, IVÂN IA, CATARINA, JOÃO E RICARDO
  • ORPHÃO
  • ART’ODIDATA
  • SKRAN
  • MARCIO BAHIA II
  • NADA
  • DANIEL, DANIELA, BEATRIZ, CATARINA, JOÃO E BRUNO
  • MARIANA RICARDO JOÃO IVÂNIA E BRUNO
  • BIGOD
  • DIOGO CAMILO
  • FRANCISCO CAMILO
  • ROCIO MATOSAS+
  • 2 CARRYON

Em Lisboa há desde 1997 vários projetos a decorrer, que podem ser visitados na sua

Galeria de Arte urbana – http://gau.cm-lisboa.pt/galeria.html

Sobre galeria de arte urbana do Bairro Padre Cruz. Em 1996, o 1º festival de Grafiti, organizado pela Associação Juvenil Renascer, pinta diversos desenhos em painéis de madeira. No ano seguinte o 2º festival pinta os murso do campo de futebol os unidos. O Festival MURO, que se organiza em 2016 assume-se como herdeiro destas experiências.

As experiencias de Galerias de Arte urbana podem ser encontradas nas velhas cidades industriais, e são muitas usadas para revitalizar o espaço público.

Ver galeria em

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Desafios e obstáculos

“Nos defenimos a partir del desafio y por opisición al obstáculo”

Eduardo Geleano

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Entre o ser e a existência

“É tempo de aprendermos a nos libertar do espelho eurocentrico onde a nossa imagem é sempre, necessariamente, distorcida. É tempo de deixar de ser o que não somos”.

Aníbal Quejano

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Galeria de Arte Urbana Padre Cruz – Lisboa

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Sombras e Projeções

Diz a teoria psicológica que as projeções refletem os conflitos na mente. Conflitos de racionalização, como emergência do consciente

Sombras e Projeções. Um Desafio. Sendo uma narrativa uma projeção (do inconsciente coletivo) que reflete um conflito entre os olhares sobre o mundo e a integração nas ordens definidas como heranças, as sombras como espaços de transição expressam os conflitos não resolvidos. A museologia é então a arte de iluminar sombras

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