Museologia Social – Dig where we stand

Dig Where We Stand . -Cavar onde estamos. Uma proposta de trabalho para a sociomuseologia.

Nos anos 70 na Suécia a História Oral procurou trabalhar a partir desta permisa.  (Sven Lindqvist, Gräv där du står , 1978) foi o nome doartigo na Revista  Oral History journal (1979). Um artigo que defendia que as histórias das fábricas deveriam ser escritas de outros pontos de vista. A partir do ponto de vista do operários que pesquisam os seus próprios lugares de vida. Sven Linqvist procurou então escrever um manual para ajudar à escrita dos outros. Através dessa escrita surgiram escritas sobre as vizinhanças, sobre as suas vivências, os seus lugares de trabalho.

Tratou-se duma iniciativa que marcou a História Oral, e que permitiu verificar que a História é uma ferramenta importante, porque ela está entre nós.

Um dia disse-me César Lopes, que em 1974, no entusiasmo da revolução, os geólogos, procuraram difundir a geologia como uma ciência que permitia “conhecer o chão que pisamos”.

Não admira que tenham sido participantes nos Movimento da Nova Museologia. Uma museologia participativa.

Quais são os atuais objetivos:

  • procurar desenvolver uma investigação colaborativa com grupos interessados nas suas heranças comuns.
  • criar um espaço de pesquisa-ação na universidade lusófona
  • trabalhar e juntar diferentes elementos da comunidade sobre a sua arqueologia, história, oralidade, modos de vida no espaço
  • trabalhar com grupos para desenvolver iniciativas inovadoras na comunidade a partir das heranças.

 

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Sobre Pedro Pereira Leite

Investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde desenvolve o projeto de investigação "Heranças Globais: a inclusão dos saberes das comunidades como instrumento de desenvolvimento integrado dos território".(2012-2107) . O projeto tem como objetivo observar a relevâncias no uso da memória social em quatro territórios ligados por processos sociais comuns. A investigação desenvolve-se em Portugal e Espanha, na zona da Fronteira; em Moçambique e no Brasil. (FCT:SHRH/BPD/76601/2011). É diretor de Casa Muss-amb-iki - espaço de Memórias. Intervém no âmbito de pesquisa de redes sociais de memoria.
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