Cultura e Dignidade Humana XC – Projeto de Economia Criativa

O Projeto  economia criativa propõe-se trabalhar em 5 domínios:

  1. No Domínio dos Diálogos sobre Economia Criativa

Os diálogos são momentos de transformação, que criam espaços para abordagens criativas entre atores da sociedade civil, profissionais independentes e atores políticos. Cria oportunidades para estes atores se compreenderem entenderem sobre as questões da economia criativa, para explorar processos de problematização inovadora que valorizam o setor criativo. Favorece a emergência de abordagens interdisciplinares que vaforece a dimensão socioeconómica da economia criativa.

  1. No domínio da formação de Estratégias de Desenvolvimento Inovador para a Economia Criativa

A natureza interdiciplinar a economia criativa exige abordagens inovadoras, obrigam a compromissos entre diferentes atores e disciplinas. Os atores políticos são motivados a propor e desenhar estratégias de desenvolvimento inovadoras que integrem a economia criativa nos planos de desenvolvimento. Os governos não chamados a desenhar políticas, regulamentos e mecanismos institucionais necessários para otimizar o potencial socioeconómico do setor criativo para a criação de emprego, para a expansão do comércio e para a inclusão social

  1. No domínio da criação Oficinas de Empreendorismo Criativo

Aos participantes são oferecidas oportunidades de reforçar as suas capacidades de empreendorismo, de otimizar o seu potencial criativo para produzir produtos e serviços. As oficinas são baseadas numa mistura de métodos, onde se combinam diferentes atividades. São privilegiadas atividades de participação orientadas para aprendizagens significativas, integtando estudos de caso relevantes e treino laboratorial de atividade de grupo.

  1. No Domínio da oferta de Cursos à distância sobre Criatividade e Economia Criativa

Os cursos à distância tem como objetivos favorecerem uma compreensão alargada da economia criativa, centrada nas capacidades de produção, criatividade e inovação na sociedade. Os participantes são sensibilizados sobre o valor da cultura e da criatividade, assim como dos elementos base da economia criativa que contribuem para uma cultura de inovação, de empreendorismo, na tolerância para o erro, no pensamento criativo, nos métodos do design, na curiosidade, na capacidade de lidar com a incerteza e de calcular riscos a assumir.

Os cursos deverão desenvolver capacidades sobre o empreendorismo criativo, na criação de equipas de critatividade que entendam a natureza do negócio (na base do conceito de micro-empresas), assim como na capacidade de desenvolver a inovação e a criatividade. Serão público alvo preferencial destas ações, as mulheres. Como resultado, os participantes deverão ter a capacidade de desenvolver os seus próprios negócios com base num modelo de sustentabilidade dentro do ambiente da economia criativa..

  1. No Domínio do Conhecimento aberto e na criação duma plataforma digital de casos histórias de casos relevantes

O conhecimento aberto e a criação de plataformas de Estudos de Casos Relevantes, que deverá estar associado a plataforma colaborativa de metodologias, e que permite agregar e disseminar conhecimento sobre economia criativa. Há na sociedade uma grande disponibilidade de informação sobre a economia criativa, mas essa informação não está disponível, de forma acessível aos diferentes atores, de forma a que essa informação possa ser usada e compreendida. A Plataforma digital tem como objeitvo ultrapassar essa deficiência.

Para isso vamos ver o que é a Economia Criativa e quais são os objetivos deste projeto

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Sobre Pedro Pereira Leite

Investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde desenvolve o projeto de investigação "Heranças Globais: a inclusão dos saberes das comunidades como instrumento de desenvolvimento integrado dos território".(2012-2107) . O projeto tem como objetivo observar a relevâncias no uso da memória social em quatro territórios ligados por processos sociais comuns. A investigação desenvolve-se em Portugal e Espanha, na zona da Fronteira; em Moçambique e no Brasil. (FCT:SHRH/BPD/76601/2011). É diretor de Casa Muss-amb-iki - espaço de Memórias. Intervém no âmbito de pesquisa de redes sociais de memoria.
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