Amazónicas XXXII – Participação e jardim do museu

Processos de Participação

O que é um processo de participação. É um processo onde os interessados numa determinada ação são ouvidos e envolvidos no planeamento e execução da ação.

Os processos de participação podem ser mais formais ou informais, mais extensos ou mais restritos, mais aberto e inclusivos ou mais restritos e tendencialmente excludentes. O processo de participação

O processo de participação surge diminuído se as pessoas não veem os resultados da sua participção. Os resultados dependem do desenho de aproximação à comunidade.

Num processo de participação os parceiros tomam parte em todas as fases do processo participatório, desde o seu desenho, execução e avaliação.

O processo de participação é um processo de escuta dos outros para criar ações a partir dos interesses comuns, é um processo em que se procura o que é que cada um pode fazer agora.

Há várias formas de envolver os cidadãos na participação. O mais comum é propor, no local onde se procura desenvolver a participação, um conjunto de jogos de rua. Fazer um “jardim da educação”. Um jardim da do espaço público é propor às pessoas que tomem conta do espaço e fazer com que as pessoas usem o espaço.

Nos museus inicia-se, por exemplo, com um jardim do museus, onde todos são convidados a tomar conta do espaço e a construir o seu jardim. Um espaço de jardim é um espaço de laboratório social.

O laboratório de participação tem como objetivo

  1. reconhecer os recursos invisíveis e torna-los disponíveis;
  2. reconhecer os processos de mediação e dialogar com os distinto atores;
  3. reconhecer a importância de mostrar os resultados alcançados
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Sobre Pedro Pereira Leite

Investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde desenvolve o projeto de investigação "Heranças Globais: a inclusão dos saberes das comunidades como instrumento de desenvolvimento integrado dos território".(2012-2107) . O projeto tem como objetivo observar a relevâncias no uso da memória social em quatro territórios ligados por processos sociais comuns. A investigação desenvolve-se em Portugal e Espanha, na zona da Fronteira; em Moçambique e no Brasil. (FCT:SHRH/BPD/76601/2011). É diretor de Casa Muss-amb-iki - espaço de Memórias. Intervém no âmbito de pesquisa de redes sociais de memoria.
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