Community Performance Lab

Seminário internacional I de 26 a 29 de Abril I 14h30- 19h
Filme+conversa “Utopia Teatral” I 26 de Abril I 21h
Rodas de Conversa, Redes de Intercâmbio I 28 e 29 de Abril I 10h-13h
Seminário internacional
​Territorialidade, dramaturgia e ocupação do espaço público no teatro comunitário

Por Agustina Ruiz Barrea e Esteban Ruiz Barrea – directores do grupo de Teatro Comunitario Los Pompapetriyasos 
26 a 29 de Abril/ Das 14h30 às 19h ( total de 18 horas) 

INSCRIÇÕES ABERTAS no formulário no fundo da página

Público-alvo: dirigido a estudantes e profissionais do teatro, da dança, da musica, da psicologia, antropologia, educação e sociologia. 
Custo: 85€

O teatro comunitário argentino também chamado teatro de vizinhos, surgiu com o objectivo de promover a participação e o envolvimento da população e parte da ideia de que a arte é um direito essencial dos cidadãos e que como tal deve estar ao seu alcance.
O grupo de teatro comunitário Los Pompapetriyasos surgiu de um grupo de vizinhos do bairro de Parque Patrícios e há 15 anos que desenvolve o seu trabalho com o objectivo de multiplicar a participação e envolvimentos dos vizinhos, fomentado a consolidação de um sentido comunitário e contribuindo para a recuperação e a revalorização do espaço público. 

Esta formação terá como ponto de partida as ferramentas e especificidades do processo artístico colectivo e do trabalho pedagógico com a comunidade. Com o objectivo de criar um espaço de partilha e sistematização de experiências e destinado aqueles que queiram replicar a experiência da configuração do teatro comunitário, serão abordados os seguintes pontos: 
1- Estratégias relativas ao desenvolvimento do processo criativo colectivo.
2- A especificidade da dramaturgia e da composição musical no teatro comunitário.
3- Questões relativas à encenação e da direção musical em espaços abertos.
4- Territorialidade e ocupação do espaço público
5- Questões relacionadas com a organização e gestão dos grupos de teatro comunitário bem como os diferentes contextos locais que os originam. 

“Creemos necesario crear puentes entre Buenos Aires y Lisboa para hacer posible que nuestra práctica artística comunitaria, surgida del contexto cultural y político latinoamericano, se multiplique, se transforme y crezca en el encuentro y a su vez resulte inspiradora para construir nuevas experiencias en otros contextos sociopolíticos.” 

Sobre os formadores 

​Agustina Ruiz Barrea
Trabalha desde 1998 como encenadora de teatro comunitário e teatro convencional. É coordenadora pedagógica e encenadora do grupo de teatro comunitário Los Pompapetriyasos. É professora titular do curso de formação de actores da Andamio 90 desde 2008. Dirigiu seminarios de Teatro Comunitario e encenação em espaços públicos na UNC e UNA. Colabora como docente e supervisora por convénio com a Universidade de UTRECHT (Holanda) desde 2011. 

Esteban Ruiz Barrea
É compositor da música de espectáculos de teatro convencional e teatro comunitário. É coordenador pedagógico e director musical do grupo de teatro comunitário Los Pompapetriyasos. Há 15 anos que trabalha como professor de música no Colégio Nacional Carlos Pellegrini e tem realizado varias formações para a capacitação da direção musical de grupos de teatro comunitário. 

Filme+conversa “Utopia Teatral” de Adolfo Cabanchik  I 26 de Abril I 21h

A arte relacionada com o conflito social adquire uma nova dimensão como resultado da crise econômica e cultural na Argentina. A proliferação dos grupos de teatro comunitário representam de uma forma épica e com características únicas, um modelo participativo e comprometido de produção artística e  resistência cultural. O documentário mostra o trabalho destes grupos ( mais de 30 na actualidade), forma como se organizam, as problemáticas sociais que abordam e a particular estética adotada.

http://www.adolfocabanchik.com.ar/trailer.htm

Rodas de Conversa, Redes de intercâmbio 
28-29 de Abril  I 10h-13h

Espaço de partilha e de encontro informal em torno das áreas da Performance, Participação e Comunidade, com o objectivo de divulgar e discutir projectos (a decorrer, já decorridos ou por realizar), trabalhos de investigação e outras abordagens/contributos dentro do âmbito referido.

Festa de Encerramento@Largo Café ( Intendente)
29 de Abril I 20h
Entrada Livre

Organização de A CARAVANA
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O Medo

Para o mal vencer basta os bons não fazerem nada.

A medo é uma arma que paralisa a sociedade.

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Aula de Museologia – oficina da museologia social

Feira da Ladra – Espaço

Olhar o Espaço:

  • vivido
  • social
  • concebido

As dimensões do espaço e do tempo-

Enfrentar o espaço. tomar conta do espaço para o transformar.

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Praticas Performativas na Comunidade

A Utopia Teatral

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A propósito do Jardim da Estrela – Percursos patrimoniais

In Aldraba  abril 2018

  1. O objeto social da ALDRABA – Associação do Espaço e Património Popular centra-se, estatutariamente, na “preservaçãoe nadivulgação do património popular”, entendendo-se como tal a “abordagem integrada de objetos, práticas, factos e vivências, privilegiando a valorização dos testemunhos humanos e recorrendo às adequadas disciplinas da especialidade” (n.º 2 do art.º 2.º dos nossos Estatutos).

 

O conceito de quais são os “objetos” que interessam para o património popular não é pacífico, pelo que viémos a defini-lo como “os instrumentos, objetos, artefactos e espaços associados que, em Portugal, as comunidades, os grupos e os indivíduos reconhecem como fazendo parte integrante do seu património”. Quanto ao conceito das “práticas” relevantes para o património popular, explicitámo-lo como sendo “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e aptidões que, em Portugal, as comunidades, os grupos e os indivíduos reconhecem como fazendo parte integrante do seu património”.

Temos, pois, um sentido muito amplo para o património popular de que a ALDRABA se ocupa…

A natureza, o meio físico, os elementos biológicos e minerais, fazem ou não parte do “nosso” património popular?

Claro que sim, e daí as múltiplas abordagens que temos vindo a fazer acerca da realidade natural do nosso país, de que destacamos, designadamente, o que escrevemos no n.º 22 da revista, em outubro de 2017, sobre a tragédia do património florestal português. E, antes disso, o que escrevemos em junho de 2007, no n.º 3, sobre o bacalhau, em dezembro de 2007, no n.º 4, sobre o mar como património, em abril de 2012, no n.º 11, sobre a cal artesanal, em outubro de 2015, no n.º 18, sobre a região de Sistelo, e em abril de 2017, no n.º 21, sobre a região do Douro.

  1. Em dezembro de 2008, um trabalho de José Narciso, no n.º 6 da revista “ALDRABA”, tratou pela primeira vez do tema “O Jardim da Estrela”.

Aí se evidenciou que este espaço ajardinado de Lisboa, inaugurado em 3 de abril de 1852, inicialmente designado por Passeio da Estrela e mais tarde por Jardim Guerra Junqueiro, foi desde sempre um local privilegiado de lazer da população lisboeta, cujas riquezas se descreveram amplamente na nossa revista.

No passado dia 17 de fevereiro de 2018, por ocasião da 7ª Rota da ALDRABA – “Pela Estrela com o poeta João de Deus”, a nossa Associação voltou agora a evocar o Jardim da Estrela, que foi visitado durante a “Rota” pelos  participantes naquela atividade.

Recordámos que o jardim foi criado no século XIX, em frente à Basílica da Estrela, em Lisboa, nuns terrenos de António José Rodrigues, sendo a iniciativa da sua construção devida a António Bernardo da Costa Cabral, com o apoio de D. Maria II, Manuel José de Oliveira e de um donativo de quatro mil réis de um português do Brasil, Joaquim Manuel Monteiro.

Segundo a saborosa descrição da escritora Alice Vieira (in “Esta Lisboa”, 1993), em abril de 1852 as enchentes foram tantas que, às cinco horas já custa a andar, às cinco e meia já ninguém anda, e às seis andam uns pelos pés dos outros… E sublinha Alice Vieira que “jardins públicos era um tesouro que a cidade só muito tardiamente recebeu (…) Jardins de palácio, cercas de conventos, tapadas, matas, eram muitos. Mas, jardins que a todos pertencessem, e onde todos tivessem o direito de respirar, muito poucos havia”.

Na segunda metade do século XIX, o Passeio da Estrela esteve na moda e na altura possuía elementos que já não existem, como estufas, quiosques e um pavilhão chinês. Nos anos 70 do século XIX, existiu mesmo um leão na sua jaula, que havia sido doado por Paiva Raposo, vulgarmente conhecido por Leão da Estrela, que estava instalada num pavilhão próximo da entrada da Avenida Pedro Álvares Cabral.

Ao longo do século XX, o Jardim da Estrela continuou a ser um dos jardins públicos lisboetas mais concorridos, sendo de destacar a apropriação que a população fez desse seu espaço. A título de exemplo, quando em 1939 – em pleno regime autoritário fascista – as autoridades desenvolveram um projeto de “modernização” que levaria ao prolongamento da Av. Álvares Cabral até ao Largo da Estrela, rasgando o jardim, a contestação foi tão generalizada que o projeto foi abandonado…

Na nossa 7ª Rota, detivémo-nos junto à estátua de João de Deus, agora existente dentro do Jardim. E evocámos aí os poetas que têm celebrado o Jardim da Estrela, entre os quais António Gedeão (o Rómulo de Carvalho, professor de Química do Liceu Pedro Nunes, ali bem em frente), que escreveu: “(…) E também gostei muito do Jardim da Estrela / com os velhos sentados nos bancos ao sol / e a mãe da pequenita a aconchegá-la no carrinho / e a adormecê-la / e as meninas a correrem atrás das pombas / e os meninos a jogarem ao futebol. / À porta do Jardim, no inverno, ao entardecer / à hora em que as árvores começam a tomar / formas estranhas, / gostei muito de ver / erguer-se a névoa azul do fumo das castanhas”.

  1. AALDRABA também assume como tarefa sua a preservação e a divulgação do património natural português, ao mesmo nível dos objetos e das práticas que integram o nosso património popular.

O Jardim da Estrela em Lisboa foi um excelente teste a esta nossa disposição e a este nosso propósito.

A melhor forma de o reafirmarmos é transcrever aqui a última estrofe do poema do António Gedeão acima citado:

Triste de quem não tem,

na hora que se esfuma,

saudades de ninguém

nem de coisa nenhuma.

José Alberto Franco

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O orçamento participativo de Lisboa e a narrativa da diversidade nos Museus de Lisboa

Artigo publicado na Lista Museum

Uma das virtudes que esta lista nos dá, é a possibilidade de debate sobre questões de museus. Nesse sentido é uma espaço de liberdade que devemos proteger.

Interroguei aqui no passado domingo, talvez de forma pouco correcta, se os meus estimados colegas Matilde de Sousa Franco e Luís Raposo  “estariam conscientes de criar uma narrativa da diversidade” sobre o lugar de Portugal no mundo.

Devo começar por afirmar que quer a Profª Matilde de Sousa Franco, quer o Prof. Luís Raposo são dos melhores profissionais que temos entre nós, e que poderão, sem qualquer dúvida executar um bom projeto museológico. Deveria ter escrito, em vez de dupla (que poderá ser lido como uma conotação mais vulgar) duo. Duo, porque revelaria uma busca da virtuosidade, tal como é característico da nossa literatura (expresso nas cantigas de amigo) que talvez tenha sido um dos primeiros sinais da autonomia cultural que se procura identificar.  E ter esse “duo” seriam uma inovação nos processos museológicos .

Recordo também, que essa “proposta e nomeação” dos dois distintos museólogos tinha partido do colega Pedro Cardoso Pereira. Tendo-os nomeado sem reparo, pensava que tinha ficado claro o apoio à ideia e não pensei que pudesse vir a ser interpretado como ironia, o que justifica algumas respostas mais robustas, o que não posso deixar de compreender . Ter um museólogo (ou dois) é, para estes projetos fundamental, para evitar os “buracos” que conhecemos nos últimos museus de Lisboa (e falo dos Coches e do MUMA).

Também quis distinguir as questões do orçamento participativo da CML, dos projetos políticos da CML: No orçamento participativo de Lisboa, foi vencedora uma proposta de um  “memorial da escravatura”. Não foi proposto um museu. Um memorial é um elemento simbólico na cidade, como por exemplo o que está no largo de São Domingos, sobre o Pogrom dos Judeus no século XVI.

Um museu é outra coisa. É um equipamento cultural, com determinadas funções e que tem, em princípio uma dada “narrativa” (uma história). Ora   a atual veração socialista da Câmara Municipal de Lisboa (que tem a legitimidade do voto) apresentou como proposta eleitoral a criação do tal “museu dos descobrimentos”, que naturalmente estará agora a tentar concretizar.

Neste caso, de criar um museu, é expectável que tal decorra duma “política cultural para a cidade”. Por principio criam-se equipamentos para satisfazer necessidades sociais. A vereadora Catarina Vaz Pinto tem, indubitávelmente uma política cultural em exercício na a cidade. Podemos estar de acordo ou não, mas há política cultural na cidade, como também há uma política cultural no país. E como política cultural que é, resulta do jogo dos atores políticos.

Sobre este tal equipamento sabemos que foi assinado um protocolo com a Marinha, para “animar” a área ribeirinha. Sabemos que há pelo menos mais três museus das descobertas ou dos descobrimentos em Portugal (em Belmonte, no Porto e em Lagos), pelo que podemos interrogar sobre o que terá de novo e diferente e que necessidades sociais e culturais procura satisfazer.

O museu, dos descobrimentos ou qualquer outro, é um lugar de poder. É por isso natural que sobre ele converjam interesse diferenciados. E também natural que cada ator afirme o seu lugar para com isso ganhar espaço de afirmação.

Nesse exercício, é salutar todas as posições que a Professora Matilde de Sousa Franco tem vindo a expressar, bem como é de saudar todos os apoios que tem vindo a recolher, o que naturalmente dá relevância ao seu projeto, e que veja esta questão como oportunidade para concretizar um projeto que há muito alenta. É também notável o esforço que desenvolve para a alinhar o escopo gerador desse tal novo museu com a visão  humanista que é característica conhecida desta nossa colega.

É também de saudar os posicionamentos do Prof. Luís Raposo, que como bem sabemos tem desde à vários anos tomado posições corajosas e relevantes sobre os museus portugueses. não podemos deixar de recordar a sua posição de criar um equipamento cultural que valorize no espaço simbólico da Cordoaria Nacional com também nos lembramos, com admiração, das suas posições sobre o “complexo museológico de Belém”.

São todos atores que se pronunciam de diferentes lugares, que exercem diferentes poderes, e que usam como argumentos “narrativas de racionalidade”. Será desse jogo de poderes ou “balançeamentos” que se construirá certamente o futuro e influenciará esse tal “novo” equipamento.

Finalmente sobre as “narrativas da racionalidade”. Um museu conta uma história. Como diz com propriedade Luís Raposo, a maioria dos museus resultas de “viagens”. As viagens dos cientistas do século XVIII alimentaram os museus de História Natural e os “Jardins Botânicos”. As viagens à antiguidade grego-romana dos humanistas alimentaram “gabinetes de curiosidades e antigualhas”, tal como as conquistas napoleónicas no Egito alimentaram o Louvre .O colonialismo britânico alimentou o British Museum, o colonialismo francês e belga os museus etnológicos”. Não é possível esquecer que as construções das narrativa sobre o outro foram no passado, nos museus europeus, narrativas excludentes. Na nossa modernidade é hoje necessário ousar criar narrativas inclusivas com base na dignidade humana. 

A viajem está na matriz dos museus. Sim. Viagens e descobrimentos poderão constituir sem dificuldade uma narrativa de racionalidade. Ou num termos mais técnico o seu “conceito gerador”. Mas não podemos esquecer que essas viajem hoje não podem continuar a ser de saque e rapina.Necessitamos de viajem que sejam libertadoras. 

Até aqui estamos de acordo.

O que é procurei relevar na minha questão sobre a diversidade, e volto a esta questão, neste espaço de debate, é que uma narrativa sobre a identidade portuguesa poderia/deveria ser construída sobre uma leitura do presente. Uma leitura da diversidade dos portugueses como seres viajantes que trocam ideias, corpos, alimentos, sonoridade, sensibilidades, palavras. Essa é uma leitura que está por ser construída, e que este equipamento poderá ajudar a pensar se souber nele incorporar a diversidade da dignidade humana dos seu enunciados e contributos.

A força da narrativa dum museus não está na abordagem do passado. Está em ele ser capaz de falar sobre o presente. Se assim não for, com mais ou menos tecnologia, com mais ou menos virtuosidade da sua museália, com mais ou menos milhões, é um museu moribundo. E “como sabemos um museu que não serve para a vida não serve para nada”

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O papel da arte se modificou com o tempo ou continua o mesmo que era há anos atrás?

Conjunto de Perguntas para a Revista Verso #5

  1. O papel da arte se modificou com o tempo ou continua o mesmo que era há anos atras?

O papel da arte, ou melhor dizendo das artes permance ao mesmo tempo que se vai transformando. Mantém-se porque pode ser sempre uma forma poética de olhar a sociedade. Transforma-se porque se vai socorrendo dos rescurso que estão disponíveis. Por exemplo. Ao mesmo tempo que poderemos discutir se a arte tem que ter uma função social, isto é se deve contribuir para a educação e para a liberdade dos indivíduos e dos grupos, ou, se a arte existe apenas por si mesmo, independentemente do social, deixando para que esse social a use como entenda, trata-se duma velha discussão sobre permanências. Da mesma forma que hoje olhamos para os processos digitais, por exemplo as possibilidades que hoje os grupos populares dispõem de fazer música e a fazerem ouvir em públicos alargados, estamos a falar duma profunda transformação do seu papel, seja no consumo, seja na sua produção.

  1. Toda arte agora se submete ou vai se submeter à lógica do capital?

Nem toda a arte tem que se submeter à lógica do capital e do mercado. Retomando o exemplo da digitalização, por exemplo a produção musical de grupos com raízes afrodescendentes na periferia de Lisboa, que hoje passam no Youtube, são musicas mais ouvidas do que aquelas que os rádios hegemónicos consideram como mais ouvidas. Isso levanta a possibilidades de existirem espaços de consumo e produção fora do mercado, em extensões e alcances muitos superiores aquilo que o senso comum à partida faz entender.

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